REGIME DE EXCEPÇÃO PARA A BEATIFICAÇÃO DA IRMÃ LÚCIA

 

No dia do III aniversário da morte da Irmã Lúcia, 13 de Fevereiro, o Papa Bento XVI decidiu antecipar os prazos canónicos, por dois anos, da abertura do processo de beatificação da Irmã Lúcia de Jesus, vidente de Nossa Senhora em Fátima e carmelita descalça. Depois das excepções abertas para a Madre Teresa de Calcutá e para o Papa João Paulo II, a Igreja reconheceu a fama de santidade que rodeia esta mulher do nosso tempo decidindo acelerar a introdução do processo canónico que, se Deus quiser, a conduzirá à glória dos altares.
Esta comunicação foi feita pelo próprio Prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, Cardeal D. José Saraiva Martins, que presidiu à eucaristia do III aniversário da morte desta carmelita descalça, no Carmelo de Coimbra, onde viveu tantos anos e daí partiu para a eternidade. Aí repousaram, durante um ano, os seus restos mortais e a seguir trasladados para a Basílica do Santuário de Fátima.
No final do anúncio, os fiéis apinhados na capela do convento das carmelitas, agradecidos, irromperam numa grande salva de palmas que os meios de comunicação social ampliaram para o nosso país e para a Igreja inteira.
O Bispo de Coimbra, D. Albino Cleto, agradeceu ao Santo Padre, o Papa Bento XVI, e ao Cardeal para a Causa dos Santos este assentimento ao seu pedido que alegra a sua diocese de Coimbra, a família das irmãs e irmãos carmelitas e toda os fiéis para os quais esta Serva de Deus é exemplo de vida interior, de oração, simplicidade, alegria e sacrifício para o bem de toda a Igreja. Nesta celebração também estiveram ainda presentes os bispos, D. Serafim Ferreira e Silva, D. João Alves, o P. Luigi Gaetani, Definidor da Ordem dos Carmelitas Descalços, muitos sacerdotes da diocese de Coimbra e outros tantos carmelitas descalços.

 

 
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