MADRE CONCEIÇÃO

 

O António Machado, membro da OCDS, tem vindo a desenvolver, em Portugal, um trabalho de divulgação da vida e mensagem da Madre Maria da Conceição, carmelita descalça, que partiu para o Céu há 10 anos do Carmelo de Maiorca, Espanha. O blog que reflecte e ajuda a divulgar esta carmelita a caminho dos altares pode ser visitado em http://madreconceicao.blogspot.com

Entre outras informações pode econtrar esta breve resenha biográfica: Maria da Conceição de Oleza Gual de Torrella nasceu a 25 de Abril de 1905, no seio de uma das famílias mais importantes e abastadas, em Palma de Maiorca.
Foi baptizada no dia seguinte na Paróquia de Santa Eulália de Palma de Maiorca.
Era a primogénita de nove filhos de uma família feliz. Seus pais, Jaime de Oleza e de Espanha e Maria da Conceição Gual de Torrella e de Villalonga, eram cristãos fervorosos e grandes devotos do Coração de Jesus.
Recebeu uma esmerada educação e formação humana, religiosa, cultural e artística.
Fez a sua Primeira Comunhão aos sete anos de idade.
Maria era uma exímia pintora e deixou-nos um vasto espólio que revela bem um sentido artístico apurado.
Simpática, bonita, elegante participava com entusiasmo em todas as festas e bailes, como era costume entre as pessoas da sua condição social.
Adorava a leitura, o desporto (ténis, natação e equitação) e cinema.
Aos 22 anos enamorou-se radicalmente por Jesus e iniciou um processo de discernimento vocacional.
Maria entrou no Carmelo a 24 de Outubro de 1928, dia de São Rafael. Contava então 23 anos.
No dia 25 de Abril de 1929 recebeu o hábito e tomou o nome de Maria da Conceição de São Jaime e Santa Teresa. No ano seguinte fez os primeiros votos e passados três anos fez a sua Profissão Solene como carmelita descalça.
Foi prioresa durante 21 anos, não consecutivos, e a que mais tempo exerceu o cargo desde a fundação do mosteiro em 1617.
Durante os 70 anos de vida religiosa, empenhou-se na santidade mediante o cumprimento da Regra e das Constituições, com um esforço constante e crescente «sem mitigação, até à morte».
Grande devota do Sagrado Coração de Jesus a Ele se consagrou e n’Ele estabeleceu a sua morada. Repetia continuamente a jaculatória «Coração de Jesus, eu confio em Vós».
Era de uma profunda humildade, duma caridade sempre em acção e duma esperança sempre renovada.
Viveu por amor e para o Amor, por isso pôde dizer no final da sua vida: «No Carmelo fui imensamente feliz».
Entregou a sua alma a Deus aos 93 anos de idade no dia 7 de Fevereiro de 1999.
Foi iniciada, a sua causa de canonização na diocese de Palma, como eco do seu odor de santidade que cada vez mais se espalha por toda a parte.

 

2009-02-03

 
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